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Embaixador da Alemanha conhece ações do Sistema CNA

O presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil, João Martins, recebeu nesta segunda (5) o embaixador da Alemanha no Brasil, Georg Witschel, que visitou a sede da entidade para conhecer as ações do Sistema CNA/Senar/ICNA e a potencialidade do agro.

João Martins falou da importância dos avanços tecnológicos no setor e a busca dos produtores por mais sustentabilidade e qualidade dos produtos. “Daqui a alguns anos, nós seremos um dos maiores fornecedores de alimentos do mundo. Para isso, precisaremos de tecnologia para produzir mais no mesmo espaço”.

Martins também destacou o uso de técnicas sustentáveis pelos produtores brasileiros para reduzir a emissão de gases na atmosfera e mitigar os efeitos das mudanças climáticas. “Recuperação de pastagens, rotação de culturas e integração Lavoura-Pecuária-Floresta são alguns exemplos dessas práticas”.

O presidente da entidade explicou ainda o papel da Assistência Técnica e Gerencial (ATeG) do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) que beneficia produtores rurais em todo o país.

Durante o encontro, o embaixador Georg Witschel falou do esforço do Brasil em aumentar a produção de alimentos sem expandir a área e o uso da agricultura digital.

Embaixador da Alemanha conhece ações do Sistema

Assessoria de Comunicação CNA/SENAR

Visita de executivos do Banco do Brasil discute fortalecimento da produção rural do Estado

Com vistas a estreitar parceria e fortalecer ações de desenvolvimento da agropecuária no Maranhão, diretores dos sistema Faema/Senar, se reuniram com executivos do Agronegócio do Banco do Brasil essa semana.

O encontro foi liderado pelo presidente Raimundo Coelho, que dentre diversas pautas, destacou a necessidade de expansão de programas que atendam as comunidades rurais maranhenses com incentivo à produção agropecuária com vistas à melhoria da qualidade de vida.

Falou na oportunidade dos programas em desenvolvimento em todo o estado, incluindo o programa Mais Produção do Governo do Estado, executado pelo Senar que atende nesta segunda etapa 1.770 propriedades nas cadeias de carne e couro, arroz, aquicultura, hortifruticultura, leite e suinocultura.

“Compareceu aqui o gerente de negócios da superintendência do Banco do Brasil, e nós discutimos o fortalecimento da parceria, quando na ocasião apresentamos o nosso trabalho de assistência técnica e gerencial (ATeG) e seus resultados em todo o Estado”, frisou Coelho, após o encontro.

Para o gerente de mercado da Superintendência Estadual do Maranhão, Bruno Chaves de Oliveira, o objetivo maior da reunião com os diretores desta entidade, foi o estreitamento de relacionamento com vistas ao apoio ao fomento para a cadeia produtiva do agronegócio do Maranhão.

“O Senar é um importante parceiro do Banco do Brasil e nós precisamos efetivar esse convênio em busca de fomento e melhoria para o homem do campo”, disse Oliveira elogiando a boa receptividade e o repasse pela equipe do sistema Faema/Senar de informações importantes que subsidiará para um novo patamar nessa relação e na melhoria da cadeia produtiva do estado.

Participaram da diretoria do sistema Faema/Senar além de Raimundo Coelho, o superintendente do Senar, Luiz Figueirêdo, o gerente técnico, Carlos Antônio Feitosa, o gerente de ATeG, Epitácio Rocha e o diretor-tesoureiro da Faema, Lourival Costa.

Programa FPR do Senar eleva desempenho de produtor rural de Amarante

Antes, o produtor rural Jadilson Fones, morador do município de Amarante,  trabalhava em uma Usina de Beneficiamento de arroz, até decidir comprar um lote de terra e investir no cultivo de diversas plantas frutíferas como: caju, cajá, cupuaçu, acerola, maracujá e por fim, açaí que mantém atualmente, 8 mil pés, responsável pela produção de 12 toneladas de frutas.

Naquela propriedade  ele processa  centenas de quilos de polpas de frutas que saem diretamente para o comércio  amarantino e outros  vizinhos.

Jadilson, é um desses visionários que acredita no que faz, por isso tem apostado na sua produção de polpa de frutas, carro-chefe do seu investimento na Fazenda Alexandria, em Amarante do Maranhão.

Com a sua família – que também mora na fazenda, ele vê o seu trabalho se fortalecendo desde que participou do curso de beneficiamento da polpa de frutas e de piscicultura pelo Senar.

“O Senar para mim foi muito bom, me ajudou muito porque quando comecei aqui foi do zero e de forma insegura e quando fiz o curso do Senar, eu decidi seguir em frente. Então o Senar para mim foi importante”, disse ressaltando a participação do mobilizador na região, Rejane Silva que tem contribuído com os médios produtores, levando cursos para as comunidades do sul do Estado.

Além do curso para processamento de polpas, Jadilson também se capacitou em piscicultura tendo sido ele, pioneiro na atividade onde movimenta anualmente 20 mil toneladas ao ano com a manutenção de 16 tanques de peixes, ou seja, além de plantar, colher e processar as frutas que  produz em sua propriedade, Fontes também trabalha com criação de peixes, atividade responsável pelo incremento da sua renda. Também destaca-se o laboratório  para a manutenção de alevinos que incrementa a sua renda.

“Dou nota dez para o Senar porque foi através desta entidade que aprendi a criar e vender peixes que é a base da minha produção juntamente com as polpas de frutas”, destacou ele.

“São resultados obtidos como o do seu Jadilson, que reforçam a importância do trabalho realizado pelo Senar em todo o estado. As ações que a entidade vem desenvolvendo, tanto em assistência técnica, quanto em formação profissional rural, vêm promovendo melhorias em níveis de produção e produtividade, e por consequência gerando maior renda ao produtor rural maranhense”, destacou o supervisor técnico do Senar da região tocantina, Rodrigo Castro.

Ele disse ainda que é um imenso prazer, sempre que acompanhamos casos de sucesso de produtores assistidos pela equipe técnica do Senar. Isso nos motiva e faz com que tenhamos a convicção de que o trabalho está no caminho certo”,

CNA propõe ao MAPA ajustes no seguro rural

Brasília (22/10/2018) – A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) encaminhou ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) uma série de propostas de ajustes para o Plano Trienal do Seguro Rural 2019/2021, que traz as diretrizes para a política de uso deste instrumento de gestão de risco na agricultura nos próximos 3 anos.

O objetivo é flexibilizar e ampliar a cobertura do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR). “É fundamental manter o objetivo do programa de promover a universalização do acesso ao seguro rural, o que passa pela definição de diretrizes de longo prazo e da previsibilidade das regras e do orçamento do programa”, explica o presidente da Comissão Nacional de Política Agrícola da CNA, Pedro Loyola.

A lista de solicitações inclui, entre outros pontos, o aval da Comissão Consultiva dos Entes Privados do PSR antes da publicação do Plano Trienal, previsão orçamentária de R$ 1,2 bilhão e aumento da cobertura mínima do seguro agrícola de 60% para 65% e níveis maiores de subvenção para culturas com maior risco de produção, como milho safrinha, trigo e frutas.

Em ofício ao secretário de Política Agrícola do Mapa, Wilson Vaz, a CNA pede, também, maior apoio no programa para os produtos de seguros rurais que utilizam dados de produtividade do próprio produtor em vez de dados de produtividade média do município e a manutenção do formato da tabela vigente de subvenção ao prêmio do PSR.

A entidade propõe, ainda, que seja mantida apenas uma subvenção acima de 65%, revisão da distribuição anual de recursos da subvenção para milho segunda safra e trigo e para atender as peculiaridades dos estados.

Por último, a CNA propõe, para 2019, a previsão de um Projeto Experimental de Suplementação Privada para as culturas de soja e milho, mas com ajustes em relação ao projeto que foi lançado pelo Mapa nesse ano.

Assessoria de Comunicação CNA/SENAR

Sistema Faema/Senar realiza II etapa do programa CNA Jovem

Jovens participantes durante trabalho em equipe

Jovens participantes durante trabalho em equipe

Alunos e instrutora em sala de aula.

Seguindo a programação que inclui três etapas, o sistema Faema/Senar reuniu mais uma vez os jovens maranhenses que participam da primeira etapa do programa CNA Jovem, desde setembro. O evento tem ocorrido na sede da entidade com a presença dos gestores da Faema e do Senar.

Os catorze participantes vieram dos municípios de Balsas, Caxias, Chapadinha, Monção e da capital – São Luís. Todos ávidos para entender a proposta do programa que tem por objetivo desenvolver novas lideranças para o campo e para o Brasil.

Voltado para brasileiros com espírito de comando em idade entre 22 e 30 anos, o programa vai preparar jovens do meio rural para impulsionar ainda mais o setor agropecuário, que transformou o país de importador a maior exportador mundial de alimentos.

O jovem integrado no programa terá oportunidade de envolver-se em trabalhos e discussões de grande relevância para o Brasil e terá acesso a lideranças de referência em nossa sociedade.

As edições estaduais passaram a acontecer desde 2016, quando foi ampliado seu alcance e profundidade. Os três jovens que se destacarem com maior potencial de ascendência na etapa estadual, serão convidados a participar da etapa nacional do programa CNA Jovem.

Plano de Ação

A segunda etapa do programa realizada no Maranhão, teve como principal preocupação a elaboração dos projetos que serão apresentados em Brasília. Já no terceiro encontro, que ocorrerá no próximo mês de novembro, a equipe elaborará o Plano de Ação deste projeto, que envolverá atividades voltadas para o setor rural respeitando a vocação de cada região. Todo o trabalho a nível de Senar-MA está sendo coordenado pela Gerência de Formação Profissional Rural (FPR).

A gestora do CNA Jovem estadual Yolanda Gomes, com participação direta dos instrutores, Paulo Ricardo Coelho e Terezinha Costa Borges, vem conduzindo o programa com grande desenvoltura. Uma das principais ações dentro da programação, é a escolha, por afinidade de três integrantes da equipe, participarão da última etapa, que ocorrerá em Brasília, ainda este ano.

“O CNA Jovem é um programa idealizado pela CNA e Federações filiadas. O seu objetivo é preparar os jovens rurais para a sucessão familiar, de modo que família possa manter a atividade rural como um ramo de negócio”, destacou o presidente do sistema Faema/Senar, Raimundo Coelho, acrescentando que “o Maranhão se engajou, e estamos caminhando para o último encontro, no qual vamos escolher três jovens que irão para Brasília, se capacitar ainda mais para trabalhar em seu estado,” disse ele.

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