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Faema empreende a I etapa do programa CNA Jovem

O jovem instrutor Paulo Ricardo Belo, durante abertura dos trabalhos na sede do sistema Faema/Senar.

Jovens e diretoria da Faema na I etapa do programa CNA Jovem.

Dezesseis jovens vocacionados para o agronegócio no Maranhão, participaram da primeira etapa do programa CNA Jovem, ocorrida essa semana na sede do sistema Faema/Senar. na presença do presidente em exercício. Os participantes vieram dos municípios de Balsas, Caxias, São Luís, Chapadinha e Monção para participarem da programação e entender a proposta do programa que tem por objetivo desenvolver novas lideranças para o campo e para o Brasil.

Voltado para brasileiros com espírito de comando, com idade entre 22 e 30 anos, o programa vai preparar jovens do meio rural para impulsionar ainda mais o setor agropecuário, que transformou o país de importador a maior exportador mundial de alimentos.

O jovem que participa do programa terá oportunidade de envolver-se em trabalhos e discussões de grande relevância para o Brasil e terá acesso a lideranças de referência em nossa sociedade.

As edições estaduais passaram a acontecer desde 2016 – quando foi ampliado seu alcance e profundidade. Os três jovens que se destacarem com maior potencial de ascendência na etapa estadual, serão convidados a participar da etapa nacional do programa CNA Jovem.

Empreendedora

A metodologia para a etapa nacional do programa baseia-se num modelo inovador de liderança empreendedora. O jovem será estimulado a construir e planejar sua trajetória de liderança em uma das cinco dimensões seguintes: Sindical, Institucional, Política, Empreendedora ou Acadêmica.

A etapa nacional se encerra com a escolha dos vencedores pelos próprios participantes, o que legitima o papel e o projeto de liderança dos escolhidos junto a seus pares.

Participou da solenidade de abertura o presidente do sistema Faema/Senar, José Hilton Coelho de Sousa, a gestora do CNA Jovem estadual, Yolanda Gomes e os instrutores Paulo Ricardo Coelho e Terezinha Costa Borges.

Em seu discurso, o presidente destacou as ações e programas desenvolvidos pelo Senar e a importância da participação do jovem maranhense no programa CNA Jovem.

 “O CNA Jovem é mais uma etapa que está acontecendo aqui no estado e em todo o país, de grande importância para o futuro e para a agropecuária. Trata da formação de jovens, na sucessão de gestão das propriedades, e também, na formação de lideranças sindicais. Eles serão o futuro. Futuro produtores, as futuras lideranças e não somente do rural, mas também, lideranças políticas”, acentuou ele.

Técnicos de campo do Senar são treinados pela Embrapa para atuar na cadeia do arroz

Técnicos e instrutores que atuam no desenvolvimento da cadeia produtiva do arroz, ligados ao Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), acabam de ser treinados pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), com vistas a melhorar a prestação dos serviços de campo em apoio à essa atividade produtiva.

A iniciativa é resultante de uma parceria entre as duas entidades e tem por objetivo atualizar os técnicos do Senar nas soluções tecnológicas de manejo da cultura do arroz no Maranhão. O evento reuniu técnicos de Assistência Técnica e Gerencial (ATeG) do Senar voltados a entender mais, sobre o sistema de produção do arroz.  O curso contou com participação   de técnicos instrutores da Embrapa e da Universidade Estadual do Maranhão.

No que tange às soluções tecnológicas e sua transferência para os produtores de arroz, o analista da Embrapa Cocais Carlos Martins Santiago, ministrou repasses técnicos sobre o  “Manejo da cultura do arroz: desafios, tendências e soluções para a obtenção de altas produtividades no Maranhão” e “Transferência de tecnologia e extensão rural: oportunidades para promoção do desenvolvimento regional”.

Incentivo

O superintendente do Senar, Luiz Figueiredo juntamente com a Chefe da Embrapa Cocais abriram o evento que ocorreu durante todo o dia na sede da entidade, no Turu.

Em sua apresentação Figueiredo incentivou os participantes: “Acredito em toda a equipe que está presente aqui, pois são vocês que fazem a diferença no campo, principalmente na cadeia produtiva do arroz. Precisamos fazer o diferencial”, disse ele.

Para o supervisor de campo do Senar, Rozalino Aguiar, esse tipo de parceria feita com a Embrapa, garante a disseminação de tecnologias e informações e técnicas testadas e comprovadas.

“O treinamento dos técnicos de campo garante o repasse dessas informações com qualidade e responsabilidade para que cheguem as informações corretas ao homem do campo”, disse Aguiar.

A Chefe da Embrapa Cocais, Maria de Lurdes Mendonça Santos, disse que se sente lisonjeada com a possibilidade dada para que esta capacitação acontecesse, porque o Senar fará chegar mais diretamente essas técnicas ao produtor rural.

“A Embrapa tem muitas tecnologias, conhecimentos, inovações, mas que precisam ser levados até o produtor para a melhoria da renda e da produtividade. O Senar é o elo importante para que essas tecnologias cheguem de forma adequada até o produtor”, frisou ela.

A Chefe da Embrapa, Maria de Lurdes, fala sobre a importância das tecnologias a serem aplicadas na produção do arroz no estado.

Luiz Figueirêdo durante abertura do curso, na sede da Embrapa.

Projeto da Eneva  tem êxito com atuação do Senar na comunidade Nova Demanda

Pequenos produtores reunidos após entrega de certificados

O Senar acaba de finalizar o trabalho de assistência técnica e gerencial, prestado à Eneva, promovido na comunidade Nova Demanda, em São Antônio dos Lopes. O projeto se desenvolveu na localidade por dezoito meses, quando foram capacitados cerca de 65 pessoas nas áreas de abrangência dos cursos de Olericultura Básica, Avicultura Básica, Operador de Tratores e Implementos Agrícolas, Piscicultura, Suinocultura e outros.

Além de garantir assistência por meio do engenheiro agrônomo Jorge Sousa de Jesus, que acompanhou de perto o empreendimento em todos os segmentos, o Senar qualificou ainda os pequenos produtores rurais daquela localidade.

As ações integram a parceria firmada entre o Senar e a Eneva, empresa responsável pela relocação dos moradores e reimplantação de suas atividades rurais. Todo o trabalho empreendido, teve foco na lucratividade e sustentabilidade, de forma a garantir a manutenção das despesas familiares.

Desde que foram realocados (ano passado), vinte e oito cursos de qualificação profissional foram promovidos no período de 18 meses. O trabalho desenvolvido pelo Senar teve como foco apoiar a aptidão dos moradores e no desenvolvimento de melhoramentos técnicos nos níveis da produção e rendimento de cada exploração, em busca de atendimento ao mercado.

Certificados

Juntos, Senar e Eneva, reuniram os pequenos produtores rurais para celebrar as conquistas provenientes do gerenciamento feito por meio da ATEG e na ocasião foram entregues os certificados de conclusão dos cursos a cada participante do processo. Ainda na ocasião, foi realizada visitas aos produtores que mais se destacaram durante a execução do projeto.

“Desde pequeno sinto prazer em trabalhar no campo. É dele que tiro o meu sustento”. Com esta declaração, o produtor rural, Edcarlos Marinho, de 20 anos de idade, atendido pelo Senar, aprovou a assistência técnica realizada na comunidade.

Com perfil empreendedor, Marinho desenvolve as suas atividades próximo de casa e comercializa seus produtos nas feiras do município de Capinzal do Norte e na sede de Santo Antônio dos Lopes. “O trabalho do Senar me fortaleceu e me deu ânimo para continuar o meu projeto que é investir ainda mais no setor rural”, disse ele, apaixonado pelo que faz.

Para o gerente de ATeG do Senar, Epitácio Rocha, a parceria Senar e Eneva foi um grande desafio. A princípio, para o Senar atender a contento os agricultores que atuam em regime de subsistência, mudando paradigmas, ideias, costumes e aspirações, uma vez que a equipe está habituada a fazer assistência técnica e gerencial com produtores, voltados para a competitividade do mercado..

“Começar o sistema de produção a partir do zero, foi considerado para nós um desafio. Mas as capacitações ocorreram normalmente porque o Senar tem essa expertise há mais de 25 anos, e ao final desses dezoito meses, observamos que realmente tivemos resultados bastante positivo”, ressaltou Rocha.

Conforme o Superintendente do Senar Luiz Figueirêdo, o maior crédito deve ser dado ao nosso técnico de campo Jorge de Jesus, que com todo seu esforço e conhecimento técnico foi capaz de modificar todo um perfil produtivo da comunidade, estimulando-a a novos desafios e levando o trabalho para que se pudesse alcançar os frutos esperados pelo Senar e Eneva. “Todos os entes envolvidos nesse trabalho estão de parabéns”, ressaltou.

Sandro Moreth da Eneva avalia positivamente a parceria e destaca as capacitações ministradas pelo Senar, assim como o acompanhamento pelo técnico na comunidade.

“Após a mudança para a nova área, renovamos a parceria com o Senar que passou a ministrar diversos cursos de capacitação com foco na vocação de cada um. Hoje a gente vê os frutos deste trabalho. Agora é comercializar os produtos que estão sendo explorados e conseguir uma fonte de renda melhor”, disse Moreth.

Pequeno produtor rural de Nova Demanda exibe frutos da sua propriedade.

Os gestores do Senar e da Eneva, com a mais antiga moradora da comunidade, participante ativa do programa

Senar planeja novas estratégias para ampliar ações de Assistência Técnica e Gerencial aos produtores

Brasília (30/8/2018) – Superintendentes das Administrações Regionais do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) de todo o país participaram, nesta quinta (30), do 5º Fórum da Assistência Técnica e Gerencial em Brasília.

O encontro de trabalho teve o objetivo de alinhar procedimentos e ações prioritárias que possam ser executadas nos estados. Também foram apresentados os resultados e novos projetos para ampliação da metodologia do Senar que está transformando a realidade de produtores rurais do Brasil.

O presidente da CNA, João Martins, e o diretor-geral do Senar, Daniel Carrara, participaram do Fórum.

O diretor de Assistência Técnica e Gerencial do Senar, Matheus Ferreira, explicou a ação integrada de um modelo de capacitação do produtor associada à oferta de ATeG, o que vai resultar na melhoria da produtividade.

“Temos a proposta de atendimento integrando Assistência Técnica com capacitações de Formação Rural Profissional, de acordo com as prioridades das cadeias produtivas por estado”, explicou.

Durante o Fórum, os superintendentes do Senar e presidentes de Federações de Agricultura e Pecuária conheceram o Programa de Aproximação com Instituições de Ensino.  “A proposta é buscar profissionais ainda no final de sua graduação para que conheçam as ações do Sistema e estejam aptos a atuarem como técnicos de campo do Senar”, afirmou Matheus.

O Senar oferece ATeG há cinco anos e, nesse período, já beneficiou mais de 60 mil produtores rurais em 23 estados. De acordo com o diretor, a meta é que nos próximos quatro anos outros 30 mil produtores brasileiros recebam as ações de produção assistida.

Uma das experiências de sucesso de ATeG será apresentada no 3º Congresso Nacional das Mulheres do Agronegócio. Um grupo de produtoras de café em Minas Gerais melhorou a produtividade graças à Assistência Técnica e Gerencial do Senar. Para conferir essa história assista à reportagem abaixo que foi ao ar no Programa Agro forte. Brasil forte:

Assista ao vídeo: 

Para conhecer as ações de ATeG do Senar e como participar acesse: http://www.senar.org.br/assistencia-tecnica

Assessoria de Comunicação CNA
Telefone: (61) 2109 1419
Fotos: https://www.flickr.com/photos/canaldoprodutor
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CNA CAPACITA TÉCNICOS DE FEDERAÇÕES DE AGRICULTURA E PECUÁRIA DO NORDESTE

Assessores aprofundaram conhecimentos para acompanhamento dos dados utilizados em análises mercadológicas do setor agropecuário

Brasília (22/08/2018) – Técnicos de seis federações da agricultura e pecuária da região Nordeste participaram, em Brasília, do curso para acompanhamento dos dados utilizados em análises mercadológicas do setor agropecuário. O treinamento teve duração de dois dias, quinta (23) e sexta (24), na sede da Faculdade CNA.

Participaram da capacitação profissionais das federações de Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Pernambuco e Rio Grande do Norte.

A capacitação foi ministrada por assessores técnicos da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) após a Comissão Nacional de Desenvolvimento da Região Nordeste definir a demanda como prioritária para a agenda estratégica de trabalho.

Dividido em cinco módulos, o curso mostrou detalhadamente como e em quais plataformas os profissionais das federações poderão buscar informações sobre o Produto Interno Bruto, produtividade agrícola, números de estabelecimentos rurais.

Também foram abordadas informações sobre dados sobre comércio exterior, importação e exportação agrícola, oferta e demanda mundial por país, além de preços de produtos agropecuários no mercado interno.

De acordo com o coordenador de assuntos estratégicos da Superintendência Técnica da CNA, Joaci Medeiros, foram compartilhadas as informações de setores econômicos do agronegócio.

“Mostramos onde encontrar os dados agropecuários que possibilitam fazermos diversas análises de números divulgados pela Conab, IBGE, Cepea, Banco Central e Mapa. Com dados e informações qualificadas será possível sugerir a criação de políticas públicas para o setor e o fortalecimento das já existentes”.

A análise de dados climatológicos também fez parte na programação da capacitação. O coordenador acrescenta que os produtores rurais do Nordeste serão beneficiados, “pois os técnicos terão embasamento para o desenvolvimento de medidas preventivas com relação aos efeitos climáticos diante de possíveis períodos de seca”, afirma.

Para o assessor da presidência da Federação da Agricultura do Estado de Pernambuco, Henrique Saboya, o curso foi uma oportunidade de nivelar as informações. “Os dados estatísticos no Brasil não são de fácil acesso, quando falamos em Nordeste eles se tornam ainda mais difíceis. Com essa capacitação, vamos falar a mesma linguagem”, declarou.

A grande extensão territorial do Nordeste e peculiaridades das condições de solo e vegetação influenciam na diversificação da produção agrícola.  Na Bahia, por exemplo, estão três biomas (Mata Atlântica, Caatinga e Cerrado).

Diante de tanta diversidade, segundo a assessora técnica do Sistema FAEB/SENAR-BA, Bárbara Cordeiro, a iniciativa da capacitação é relevante.  “Apesar de já trabalharmos com alguns dados, esta é uma oportunidade de conhecer outras realidades e dificuldades para nivelar as informações nas federações do Nordeste”, declara.

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