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Seminário debate políticas de melhoria para o Agronegócio no Maranhão

Palestrantes e autoridades após seminário sobre Agronegócio, no Golden Shopping.

Secretário Simplício Araújo abre seminário na presença de centenas de pessoas.

Ligia  Dutra, (CNA), fala da a importância das exportações de alimentos.

Fruto de um trabalho em parceria  entre a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Maranhão (FAEMA) e o Governo do Estado, promovido com grande sucesso nessa terça (14), o seminário ‘Mais Desenvolvimento do Agronegócio: O papel Estratégico do Maranhão frente à crescente Demanda Mundial pela Produção de Proteína’.

O evento foi realizado no Golden Shopping e reuniu grande número de pessoas, entre técnicos e executivos do Agronegócio do estado, além de produtores rurais – todos focados  no desenvolvimento do setor produtivo rural maranhense.

A abertura do seminário teve a  participação do secretário de Estado,  da Indústria Comércio e Energia, Simplício Araújo, do secretário-adjunto da Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Pesca (Sagrima), Émerson Macêdo e do presidente da Faema, Raimundo Coelho, que a lado do secretário estadual, fez um pronunciamento destacando o crescimento do setor primário do estado no cenário nacional. Participaram do evento, diversos representantes do setor agropecuário maranhense, além de palestrantes de outras regiões  do país.

Oportunidades

O evento faz parte do Ciclo de Seminários Estratégicos Mais Desenvolvimento e tem o intuito  de promover as cadeias produtivas do agronegócio no estado envolvendo informações estratégicas e oportunidades. A iniciativa visa debater temas importantes para o Maranhão, tendo como base a elaboração  da Política de Desenvolvimento Produtivo do Estado.

Diversos palestrantes participaram, contribuindo com informações pertinentes ao tema. Destaque para a Superintendente de Relações Internacionais da CNA, Ligia Dutra e do  Superintendente Técnico da CNA, Bruno Lucchi.

Para Ligia Dutra o seminário foi uma grande iniciativa que vai contribuir de forma direta com as ações desenvolvidas pelo Governo e pela FAEMA  em favor do agronegócio e do produtor rural.

“O Estado do Maranhão tem um grande potencial para o agronegócio. Tem muitas perspectivas, tanto em termos de área produtiva quanto na diversificação  dos produtos explorados, aptos em qualidade para a exportação. O seminário vem em um momento  de planejamento e de realização  de uma agropecuária mais forte e mais eficaz  do Estado”, disse ela.

Lucchi avaliou como uma iniciativa, que classificou como positiva do Governo do Estado  e da FAEMA,  no sentido de trazer  os principais atores das cadeias produtivas essenciais para o desenvolvimento do seguimento para analisar e discutir  ações que sirvam  para impulsionar o agronegócio no estado.

Tecnologia

“O Maranhão tem grandes potenciais como terras férteis e clima favorável e já tem uma produção de grãos considerável. Precisa organizar  melhor as cadeias produtivas  para que se possa agregar mais valor  a esses produtos. A Federação de Agricultura não só conhece as problemáticas que podem ser resolvidas, mas também os pontos positivos  e sabe a necessidade do homem do campo, que aliado ao trabalho do Senar, vem toda a  expertise  na educação e na capacitação dos produtores fazendo um trabalho de  primeira linha,  levando tecnologia e conhecimento  aos que necessitam”, ressaltou.

O presidente do sistema FAEMA/SENAR, disse que o setor do agronegócio é um segmento  econômico do estado que mais cresce atualmente e que sustenta   os índices positivos  da economia maranhense. Segundo ele, debater  as atividades desse setor, as problemáticas e também o futuro  dessas atividades  com os produtores, técnicos e especialistas,  é de grande importância para o Maranhão.

“A participação da CNA é fundamental em um momento com esse, e a FAEMA é uma entidade  sindical  que representa os produtores rurais maranhenses, por  essa razão é que somos parceiros do Governo, para que juntos busquemos soluções para o fortalecimento do agronegócio”, declarou, acrescentando que ser parceiro do governo é muito importante  para que as políticas públicas a favor do setor agropecuário, tornem-se mais eficientes.

Bruno Lucchi (CNA), durante apresentação.

Raimundo Coelho e Simplício Araújo falam sobre as políticas públicas para o agronegócio.

Seminário apresenta resultados e perspectivas do PRADAM

Brasília (10/11/2017) – Os resultados e as perspectivas do Projeto de Recuperação de Áreas Degradadas na Amazônia (PRADAM) foram apresentados durante um seminário realizado na sede do Sistema CNA/SENAR, nesta sexta-feira (10), em Brasília.

Parceria do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR) com a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), a Embrapa e o Ministério da Agricultura, o projeto dissemina práticas de Agricultura de Baixo Carbono (ABC) na região amazônica. Ao todo, 1.651 produtores rurais e técnicos em assistência técnica participaram das atividades desenvolvidas pelo PRADAM.

Durante a abertura do evento, o Diretor-Geral do SENAR, Daniel Carrara, destacou a importância da transferência de tecnologias sustentáveis com geração de renda para os produtores desse bioma.

“Só existe uma maneira de preservar, recuperar e produzir. É através da transferência de tecnologias. Mas não adianta apenas transferir. Toda tecnologia tem que ter como resultado renda para o produtor. É por isso que criamos a Assistência Técnica e Gerencial (ATeG) do SENAR e estamos disseminando essa metodologia dentro do PRADAM”, afirmou Daniel Carrara.

Daniel Carrara, do SENAR

O projeto propaga cinco práticas sustentáveis: Sistema Plantio Direto, Recuperação de Pastagens Degradadas, Florestas Plantadas, Sistemas Agroflorestais e Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (iLPF). Seis Estados participaram da iniciativa: Rondônia, Acre, Amazonas, Mato Grosso, Pará e Maranhão.

O Diretor de ATeG do SENAR, Matheus Ferreira, considera que o PRADAM levou conhecimentos importantes para a tomada de decisão dentro da propriedade, especialmente com a perspectiva do aumento de renda. Através da assistência técnica, explica ele, o produtor consegue avaliar os resultados que essas tecnologias trazem no seu sistema de produção, principalmente numa região com dificuldades para produzir.

“O produtor rural precisa levar em consideração as questões sociais e de preservação, mas sem esquecer que é uma atividade econômica como qualquer outra. A ATeG que o SENAR proporciona tem esse viés de avaliar as tecnologias e considerar, principalmente, os resultados econômicos que isso traz para o produtor”.

Matheus Ferreira, Diretor de ATeG do SENAR

Parcerias – Na opinião do representante adjunto da FAO no Brasil, Gustavo Chianca, o PRADAM alcançou o seu objetivo principal que é criar mecanismos técnicos para recuperação de áreas degradadas na Amazônia. Segundo ele, isso foi possível através da reunião de diversos estudos já desenvolvidos por instituições brasileiras e do trabalho do SENAR em difundir esses conhecimentos por meio de assistência técnica.

“A capacidade que o SENAR teve de implementar esse trabalho e desenvolver em conjunto conosco as tecnologias, disseminar, treinar os agricultores e os extensionistas, foi fundamental. Mostrou, sim, que é possível desenvolver tecnologias que trazem sustentabilidade e produtividade na Amazônia, ou seja, que se faça mais com menos”.

Gustavo Chianca, da FAO

Para o coordenador nacional do PRADAM no Ministério da Agricultura, Elvison Ramos, o projeto, além de levar informações sobre sistemas e práticas sustentáveis de produção para a região, contribuiu de forma efetiva com o Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia Legal (PPCDAm). Ramos também ressaltou a importância do SENAR na capacitação de produtores e técnicos nas tecnologias difundidas.

 “A assistência técnica é o grande desafio para que nós possamos levar as tecnologias que são desenvolvidas pela academia e pela Embrapa até o produtor no campo. Existe todo um processo de comunicação que precisa ser feito e que é muito particular nessa região que nós queremos trabalhar. O SENAR tem essa expertise e soube fazer isso de forma muito competente”, afirmou.

Elvison Ramos, do Mapa

A programação do seminário teve diversas palestras ao longo do dia. Foram abordados temas como o modelo do SENAR de adequação tecnológica e gestão das propriedades rurais, recuperação de áreas degradadas no contexto da produção sustentável de alimentos e análise econômico-financeira das modalidades de recuperação de áreas de produção e de pastagens degradadas recomendadas pelo PRADAM.

O chefe-geral da Embrapa Amazônia Oriental, Adriano Venturieri, e o presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Maranhão (FAEMA), Raimundo Coelho de Sousa, também estiveram presentes no evento, além de superintendentes regionais do SENAR.

Assessoria de Comunicação CNA
Fotos: Tony Oliveira e Wenderson Araújo
Telefone: (61) 2109 1419
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Ações do Senar são destaque no I Festival da Banana,  realizado em S. João do Paraíso

Raimundo Coelho durante certificação de produtores rurais.

O Senar capacitou dezenas de produtores rurais de São João do Paraíso, durante o I Festival da Banana, ocorrido na semana passada. Uma vasta  programação foi realizada, incluindo os cursos de Artesanato da Fibra da Bananeira e Aproveitamento Integral da Banana, que se destacaram no evento, envolvendo produtores, trabalhadores rurais e visitantes locais e de diversos municípios circunvizinhos.

Ambas as capacitações foram ministradas pelo Senar em parceria com o Sindicato dos Produtores Rurais de Porto Franco e Prefeitura Municipal de São João do Paraíso, intermediadas pelo presidente Fortunato Macêdo Filho. Também foram ofertadas turmas do Programa Negócio Certo Rural (NCR), este em  parceria com o Sebrae.

O programa Mais Produção promovido pelo Governo do Estado (Sagrima) e que envolve as políticas de capacitação e assistência técnica executadas pelo Senar  em 1.550 propriedades rurais maranhenses, também esteve presente com ações de qualificação profissional, via promoção dos cursos de Irrigação e Drenagem e de Derivados do Leite.

O I Festival da Banana de São João do Paraíso foi marcado pela promoção expositiva de  produtos de origem animal e vegetal, palestras, serviços, concursos, e ainda, apresentações culturais regionais.

Esse município da região Tocantina congrega o maior polo bananeiro do Maranhão e está recebendo os trabalhos de adensamento dessa cadeia produtiva coordenados pelo Governo do Estado por intermédio da Secretaria de Indústria e Comércio (Seinc). Nesse contexto, tem dado ênfase ao processo de industrialização com vistas a  agregar mais valor ao produto, requerendo, para isso, a necessidade da capacitação dos produtores rurais da região.

Durante o evento foram apresentadas as principais variedades de banana produzidas no município e os produtos derivados do processo agroindustrial, como modalidades diversas de doces e compotas e banana desidrata. Também foram expostos e comercializados artesanatos ligados à matéria prima da bananeira, produzidos  durante o evento.

O ponto alto do Festival foi o concurso da Miss Banana – onde a eleita foi uma aluna do curso de Artesanato da Fibra de Bananeira promovido pelo Senar, com a participante usando toda a indumentária confeccionada pela fibra da bananeira, durante o curso.

Após a solenidade de entrega de certificados  e  do concurso para eleição da Miss Banana, o presidente da Faema, Raimundo Coelho, destacou: “Esse fato mostra a importância das ações de capacitação do Senar no município e em todo o estado, como veículo alavancador do desenvolvimento. E, nesse I Festival da Banana, esse trabalho da instituição teve mais peso, pelo grande apoio que recebemos da Seinc e de todos os parceiros”.

Festival da Banana em S. João do Paraíso reuniu diversas autoridades do setor rural.

 

NOTA OFICIAL – CNA lamenta ações de vandalismo ocorridas em propriedade rural de Correntina (BA)

Brasília (06/11/2017) – A Diretoria da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), estarrecida e indignada com os atos criminosos perpetrados na última quinta-feira (2/11) contra propriedades rurais localizadas no município de Correntina (BA), vem a público exigir dos órgãos estatais de segurança pública a adoção das mais enérgicas medidas de investigação, de modo a identificar os responsáveis.

Ações coordenadas de depredação e vandalismo, como as verificadas na Fazenda Igarashi, demandam elevado grau de planejamento, típico de organizações criminosas dotadas de comando centralizado e apoio logístico, cujos movimentos não podem passar despercebidos pelas forças de segurança e pelas agências de inteligência do Estado brasileiro.

A CNA se preocupa ainda com as motivações de crimes como os praticados em Correntina, voltados à desestabilização do moderno sistema de produção rural que tem servido de sustentação para a economia nacional. Para além de meros crimes contra o patrimônio, tais ações podem apresentar razões políticas, de modo a caracterizar a conduta tipificada no art. 20 da Lei nº 7.170/83 e atrair a competência da Polícia Federal para sua apuração.

Por fim, a CNA espera dos governos federal e estadual uma sinalização clara de que não compactuam com a violência no campo, assegurando aos produtores rurais brasileiros o respeito aos ditames do Estado de Direito para que possam continuar a produzir com liberdade e segurança.

DIRETORIA DA CONFEDERAÇÃO DA AGRICULTURA E PECUÁRIA DO BRASIL (CNA)

Senar intensifica ações de saúde do homem no novembro azul

Entidade  leva  informações e atendimento médico aos produtores e trabalhadores rurais

(Brasília-DF) – O Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR) leva informações e atendimento médico aos produtores e trabalhadores rurais por meio do programa Saúde do Homem Rural. Já são 19 mil homens atendidos e este mês, durante a Campanha Novembro Azul de prevenção ao câncer de próstata, as ações se intensificam nos estados para incentivar o homem do campo a cuidar da saúde.

A campanha é promovida no Brasil pelo Instituto Lado a Lado pela Vida, parceiro do SENAR nas ações de promoção social.

“Vamos promover oito eventos este mês nos municípios de Paulo Lopes, Vargem Bonita, Painel, Guarujá do Sul, Jaborá, São Bonifácio, Anita Garibaldi e Urupema. A expectativa é atender mais 1,7 mil homens”, afirma Estela Macedo, coordenadora do programa no SENAR Santa Catarina.

De maio a setembro deste ano, a Regional atendeu 842 homens, com 69 exames de PSA (Antígeno Prostático Específico) e 15 exames de toque retal alterados.

“É perceptível que a maior parte dos homens ainda precisa de intervenção ou tratamento médico porque culturalmente eles se cuidam menos que as mulheres. Porém, estão mais envolvidos e receptivos às informações e ao tratamento médico”, explica Estela Macedo.

As ações do programa Saúde do Homem são promovidas em parceria com entidades públicas e privadas, como a Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) e as Secretarias Municipais de Saúde.

Durante os eventos, o SENAR distribui kits com mochila, folder, cartilhas e sabonete para quem participa de todas as atividades. Em alguns estados, as Administrações Regionais incluem outros produtos como filtro solar para prevenção do câncer de pele. Além do material, os eventos contam com palestras de médicos urologistas da SBU ou enfermeiros.

“A palestra da SBU esclarece e motiva o autocuidado, gerando interesse nos participantes na realização do exame físico da próstata e, depois, na procura por atendimento nos postos de saúde”, esclarece Estela Macedo.

O homem que participa dos eventos do SENAR recebe um cartão de acompanhamento dos exames, que é preenchido pelo médico urologista após o exame físico. Caso o médico perceba alguma alteração, encaminha o paciente para o serviço público de saúde para iniciar o tratamento. Nos demais casos, a secretaria de saúde do município fica responsável por procurar o paciente e dar retorno sobre os exames.

Mário Ronalsa, urologista da SBU, é um dos médicos que participa das ações do programa Saúde do Homem em Alagoas. Ele destaca a importância de conscientizá-los sobre prevenção.

“Nos eventos do Saúde do Homem estamos percebendo que a conscientização está começando e, pela primeira vez, homens com idade inferior a recomendada estão procurando fazer exames e se prevenir. A forma de diagnosticar é simples e barata, com a realização do PSA e o exame do toque. É importante destacarmos isso para eles, evitando assim o aumento de novos casos e de óbitos pela doença.”

O médico acredita que a campanha Novembro Azul é um momento para abordar a saúde do homem como um todo.

“O Novembro Azul é lembrado como o mês de prevenção do câncer de próstata, mas devemos falar também de outros problemas que ninguém fala como impotência sexual, incontinência urinária e o câncer de pênis, principal causa de morte na região Nordeste do País. Precisamos agir também para combater essas doenças.”

Em 2017, até o mês de setembro, o SENAR realizou 8,7 mil exames de PSA e 2,5 mil de toque em Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins e Santa Catarina.

Entenda o câncer de próstata

 A próstata é uma glândula presente apenas no homem e é responsável pela produção de parte do sêmen. O câncer de próstata é o aumento anormal dessa glândula. Segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca), no Brasil, é o segundo mais comum entre os homens, atrás apenas do câncer de pele não-melanoma.

Em geral não apresenta sintomas e se desenvolve lentamente. Em estágio inicial, o homem pode sentir dificuldades para urinar e em casos mais avançados, a doença pode causar insuficiência renal ou infecção generalizada.

A recomendação médica é que os exames preventivos sejam feitos anualmente a partir dos 50 anos e, para homens com histórico familiar, a partir dos 45 anos.

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