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Mapa libera mais R$ 197,4 milhões para o Seguro Rural

 

Volume de recursos em 2017 para subvenção ao seguro rural alcança R$ 377,4 milhões

 Brasília – A atuação da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) com o governo federal e parlamentares ligados ao setor agropecuário resultou na liberação de mais R$ 197,4 milhões para o Programa de Subvenção ao Prêmio de Seguro Rural (PSR).

O presidente da Comissão Nacional de Política Agrícola da CNA, José Mário Schreiner, comemorou a medida. “Essa medida é fruto do trabalho da CNA e das federações estaduais com o governo e a nossa bancada de parlamentares. O seguro rural tem sido uma das prioridades para o setor agropecuário e o governo deu um passo importante ao reconhecer a importância de apoiar o produtor rural na proteção da nossa safra”, destaca.

A decisão foi anunciada na quinta (5) pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) após a ampliação do limite de movimentação e empenho do Mapa, na última segunda (2), pelo Ministério do Planejamento.

Com este montante, foram liberados até agora R$ 377,4 milhões dos R$ 400 milhões destinados para o PSR em 2017.

Segundo o MAPA, os recursos beneficiarão os grãos de verão, como soja, milho, arroz, entre outros, frutas (maçã e uva) e ainda as culturas de café, olerícolas, pecuária e floresta.

Ainda segundo a pasta, 32 mil apólices de seguro já foram recebidas e representam mais de 2 milhões de hectares do território nacional. A expectativa do órgão é de que até novembro cerca de 5 milhões de hectares sejam cobertos e 70 mil apólices sejam contratadas.

Técnicos do ABC Cerrado são capacitados com novo sistema  de assistência técnica

Técnicos durante treinamento no Senar

Treinandos reunidos na finalização do curso

Técnicos de campo que atuam no programa ABC Cerrado, no Maranhão acabam de receber treinamento a fim de  habilitá-los para a  utilizar o SISATeG (Software que permite  o registro e acompanhamento das ações da Assistência Técnica e Gerencial do Senar).

O curso teve duração de dois dias e ocorreu na sede do sistema Faema/Senar em São Luís, reunindo  20 técnicos que atendem aos produtores rurais de todo o estado por meio do programa ABC Cerrado.

A ferramenta vai permitir que os técnicos registrem os dados produtivos e econômicos do produtor e das propriedades assistidas, além de torná-las mais eficientes para a obtenção de índices individuais e coletivos dos produtores assistidos.

De acordo com a coordenadora do programa ABC Cerrado no Maranhão, Aline Saldanha, as instruções feitas à equipe participante, foram passadas pelos supervisores dos programas ABC e Assistência Técnica e Gerencial (ATeG), treinados  recentemente por profissionais do Senar Brasil, no Distrito Federal (DF).

Dia de Campo

A fase II do programa ABC Cerrado, teve seu início em setembro de 2017, com previsão de finalizar em 18 meses. Os técnicos já fizeram suas visitas às propriedades  dos municípios de: Timbiras, Santa Luzia, Esperantinópolis, Lago dos Rodrigues, Grajaú, Sítio Novo, Itapecuru-Mirim, Lago dos Rodrigues, Tuntum, São João dos Patos, Pastos Bons, Coroatá, Pirapemas, São Domingos do Maranhão e Vargem Grande.

A primeira atividade dos novos grupos de produtores assistidos pelo ABC Cerrado foi o Dia de Campo ocorrido em agosto, na Fazenda Alferes, no município de Presidente Dutra, onde viram in loco experiências positivas das tecnologias aplicadas pelos técnicos do Senar. Após essa ação muitos deles deram início à implantação dessas ferramentas em suas propriedades.

“Com a nova ferramenta, esperamos melhorar ainda mais o nível da ATeG ofertada aos produtores atendidos”, disse Aline Saldanha.

Cidadania Rural será discutida durante seminário promovido pelo Senar e parceiros

O sistema Faema/Senar promoverá no próximo dia 6, das 8h às 12h, no auditório do Conselho Regional de Contabilidade, o I Seminário do programa Cidadania Rural.  O evento é direcionado ao público envolvido com atividades econômicas que se relacionam com a aérea rural e terá carga horária de quatro (04) horas,  quando na oportunidade, serão realizadas palestras e distribuição de material de apoio.

As palestras serão ministradas por instrutores do Senar Brasil, Receita Federal e do Instituto Nacional de Seguro Social (INSS), onde serão apresentados os temas: Contribuição Rural, por Wagner Anacleto da Costa, (Senar Brasil), Benefícios Previdenciários, por  Maria Vitória Santos (INSS) e eSocial e EFD Reinf, por Cícero Viana de Souza, (Receita Federal). Nessa empreitada, o Senar conta com a parceria de órgãos públicos e do Conselho Regional de Contabilidade.

Legislação

O programa Cidadania Rural foi criado em 1999 pelo Senar/AC, em parceria com a coordenação de Informações Institucionais do INSS para orientar e informar homens e mulheres do campo sobre direitos e deveres com foco na legislação previdenciária e tributária.

As ações voltadas para a execução do programa buscam conciliar a programação das administrações regionais e parceiros em todos os estados, municípios e no Distrito Federal (DF), por meio de eventos e distribuição de materiais.

As inscrições podem ser feitas no site: www.senar-ma.org.br

Modelo de assistência técnica e gerencial do Programa Mais Produção deve ser levada para outros países

Governador Flávio Dino e Secretário da Sagrima com gestores e técnicos do Senar.

Staff do Governo maranhense com gestores do Senar, durante assinatura do convênio.

O modelo de assistência técnica e gerencial (ATeG) aplicado no Programa Mais Produção, por meio do convênio entre a Secretaria de Agricultura, Pecuária e Pesca (Sagrima) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), está se tornando referência internacional e deve ser levado a outros países.

Na última terça, 26, foi assinado, em Brasília, um protocolo de intenções entre a Confederação de Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e a Agência Brasileira de Cooperação (ABC) para troca de conhecimentos e experiências com países da África e América Latina, com destaque para a ATeG. Por meio da prestação de serviços, o acordo visa beneficiar, principalmente, pequenos agricultores.

“O acompanhamento técnico tem me ajudado muito, porque meu conhecimento era bem pequeno. Hoje estou aprendendo, as coisas estão mudando. Minha área é pequena e eu precisei fazer umas mudanças, hoje a gente já tem a gestão da atividade mais organizada, já consegue planejar as áreas de pastagem, o piquete rotacionado e facilitar o manejo. Só tenho a agradecer”, comemora Luiz Tirara Rocha, produtor de leite de Imperatriz, assistido pelo programa.

A ATeG é hoje aplicada em 1550 propriedades assistidas em várias regiões do Maranhão, nas cadeias produtivas do leite e derivados, hortifruticultura, carne e couro, aquicultura e arroz.

De acordo com o presidente da Federação de Agricultura e Pecuária do Maranhão (FAEMA), Raimundo Coelho, a parceria com o Governo do Estado é benéfica para todos. “A metodologia de ATeG já vinha sendo utilizada nos outros estados do MAPITO – Piauí e Tocantins – e o governador Flávio aprovou a sua aplicação também no Maranhão, pelo convênio com a Sagrima e assim conseguimos chegar a regiões que precisavam avançar em termos de conhecimento e evoluírem em suas práticas”.

A Metodologia de Assistência Técnica e Gerencial aplicada contempla cinco etapas, iniciando com o diagnóstico produtivo individualizado, passando pelo planejamento estratégico da propriedade, adequação tecnológica (para melhorar a eficiência produtiva e a rentabilidade da atividade), capacitação para o empreendedorismo e a gestão do negócio e, por fim, a avaliação sistemática de resultados.

De acordo com o secretário da Sagrima, Márcio Honaiser, o diferencial desse trabalho é o acompanhamento individualizado de produtores e propriedades, por meio de software desenvolvido para esse fim. “Trata-se de uma metodologia que contempla todos os aspectos da propriedade, dando ao produtor a visão do investimento que está fazendo, do retorno que recebe e de como melhorar o manejo e a produtividade. Esse acompanhamento de perto já está dando bons resultados, gerando mais riquezas e oportunidades para os produtores, e a médio e longo prazo tende a ser ainda melhor,”, disse.

Mais Produção

O “Mais Produção” é voltado para o fortalecimento das cadeias produtivas do Maranhão e para geração de emprego e renda. Em cada uma das 11 cadeias produtivas prioritárias definidas pelo programa serão realizadas ações focadas no abastecimento e na busca pela autossuficiência, com investimentos de aproximadamente R$ 2 bilhões. As cadeias são de feijão, arroz, mandioca, carne e couro, ovinocaprinocultura, leite, avicultura (caipira e industrial), piscicultura, hortifruticultura, mel e, mais recentemente, suinocultura.

Os produtores têm acesso a capacitação técnica e de gestão, aquisição de equipamentos, recuperação de estradas vicinais para escoamento da produção e diversas medidas aplicadas especificamente a cada cadeia, contemplando as etapas de produção. As iniciativas beneficiam o processamento, a agroindustrialização e a distribuição e comercialização dos produtos, buscando diminuir as importações de alimentos pelo estado e torná-lo mais competitivo nos mercados nacional e internacional.

Pequenas produtoras da zona rural de São Luís são beneficiadas com o programa Mulheres em Campo

O programa proporciona maior conhecimento sobre atividades desenvolvidas no setor rural

Mulheres durante aula na comunidade São Joaquim, em São Luís

Durante aula elas aprendem como empreender

O Senar encerrou mais uma edição do programa Mulheres em Campo na Ilha de São Luís. Dessa feita as beneficiadas foram as pequenas produtoras rurais do povoado São Joaquim de Itapera.

O evento teve a participação do superintendente do Senar, Luiz Figueiredo e da gerente de Promoção Social, Yolanda Gomes e ocorreu na residência da aluna e vice-presidente do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de São Luís (STTR), Sônia Lira.

“O programa Mulheres em Campo é um instrumento norteador, é um ponto de partida para a vida de vocês. É uma forma de otimizar lucros e despertar a certeza de melhor desenvolver as suas atividades agrícolas nas comunidades onde vocês vivem”, disse Luiz Figueiredo ao ministrar palestra com foco no fortalecimento da produção agrícola das mulheres rurais.

Entusiasmadas com as informações recebidas pela instrutora Hierlen Matos por meio do programa que envolve vários módulos dentre eles, empreendedorismo, diagnóstico da propriedade, gestão de custos, planejamento, metas, comercialização e desenvolvimento pessoal – assuntos até então desconhecidos -, o grupo quer investir agora na melhoria da produção, em busca de ampliar a renda familiar para ajudar nas despesas domésticas.

Mulheres em Campo

Exemplo disso é o da produtora Marinilde Belfort Matos. Casada, três filhos e diz que fez o Negócio Certo Rural (NCR), recentemente. Assegura que o programa Mulheres em Campo veio complementar os ensinamentos que aprendera anteriormente.

“O NCR abriu a minha mente para o conhecimento e agora, só aprimorei com o programa Mulheres em Campo. Daqui pra frente é pôr em prática o que aprendi. Só tenho a agradecer a equipe do Senar que me proporcionou esse conhecimento. Estou encantada com essa nova etapa da minha vida, disse ela, entusiasmada.”

Para a instrutora responsável pelas turmas na capital maranhense, Hierlen Matos, o curso proporciona uma troca de saberes entre instrutor e o público beneficiário da ação. Isso ocorre principalmente, porque as participantes além de levar todo o aprendizado para os seus pequenos negócios, também o fazem para a vida pessoal.

“A nova metodologia do programa Mulheres em Campo facilitou o aprendizado do público feminino. Ficou mais acessível e o material impresso é de excelente qualidade”, ressaltou ela.

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